Português encontra-se detido á mais de um ano e está no Centro de Detenções do km 32_ tem trinta e poucos anos, e chama-se NUNO FILIPE OLIVEIRA e está doente, a entrar em estado de demência.
Família não tem posses para ele regressar a Portugal.
Apela-se á Embaixada Portuguesa que faça alguma coisa pelo homem que certamente o nosso país de alguma forma o empurrou para lá. In Zilia Domingos. Portugueses em Angola. Facebook

terça-feira, 2 de Setembro de 2014

Estado islâmico decapita (outro) jornalista Steven Sotloff






O grupo radical Estado Islâmico divulgou mais um vídeo em que mostra a decapitação de outro refém norte-americano. De acordo com a agência Reuters, se trata do jornalista Steven Sotloff.

http://www.noticiasaominuto.com.br

O grupo Estado Islâmico divulgou um vídeo de mais uma decapitação, que segundo a Reuters, se trata de Steven Sotloff.
Nas imagens é possível ver ainda a ameaça a outro refém, identificado como David Haines, com a mensagem de alerta para que os governos se afastem dessa "malévola aliança com a América contra o estado Islâmico".
Porém, a casa Branca ainda não confirmou a autenticidade do vídeo.
Há duas semanas o Estado Islâmico divulgou o vídeo que mostrava a decapitação do jornalista americano James Foley

quinta-feira, 28 de Agosto de 2014

O horror dos extremismos religiosos e financeiros






No caso pre­sente dos ataques re­correntes do exército de Israel à faixa de Gaza, o que mais faz confusão são duas vertentes opostas: uma, a violência exagera­da dos ataques Israelitas, outra, que se apresenta num outro cenário como contraponto da selvajaria que qualquer guerra gera, a publicidade dada pela or­ganização militar ISIS aos assassinatos, bem vistas as coisas, completamen­te irracionais, como que para elevar a um pedestal de feito heróico tais actos de abominável crueldade, por via de vídeos e fotos das decapitações, crucifi­cações e fuzilamentos.

WILLIAM TONET
FOLHA8

Segundo a opinião dum comentador do Facebook «A matriz de combate do ISIS é o da cavalaria ára­be: mobilidade e fluidez. Como curiosidade, esta campanha do Estado Is­lâmico tem muitas seme­lhanças com o deambular táctico do próprio profeta, há muitos séculos. A cava­laria é uma arma de ataque por excelência, mas é uma péssima arma de defesa (perguntem ao Lawrence da Arábia). E aqueles jiha­distas não têm a disciplina necessária para se trans­formarem em infantes e defender, com eficácia, ci­dades. Assim, recorrem à arma psicológica defensi­va mais antiga da humani­dade: o terror. Ao espeta­rem cabeças em muros, e difundirem vídeos de fuzi­lamentos etc, a mensagem é mais “não venham aqui, senão é o que vos aconte­ce”, é o “you are the next” que muitos percebem. É uma coisa mais velha que os séculos. Como muito do que por ali há».
Segundo a mesma fonte, o amigo Carlos Roque, «Esta coisa do fundamentalismo islâmico começou com os árabes que andavam a estudar nos EUA no prin­cípio do século passado e oficializou-se com a cria­ção da Irmandade Muçul­mana em 1928, no Egipto. A Irmandade Muçulmana é a mãe da Al Qaeda, do Hamas (Palestina) e da Jihad islâmica (Síria e Pa­lestina) e o seu objectivo é o controlo global pelo Islão. Ora o Islão, no en­tender desta gente, não é uma mera religião. É um modo de vida, ao qual vem agregado um código civil, criminal, de costumes, com determinações sobre o que se come, o que se bebe, o que se veste e so­bre todo o resto» para, em seguida, rematar, «estes indivíduos não encaram o Alcorão como milhões de outros muçulmanos – um texto sagrado – vêem­-no como um manual de instruções para passar em santidade aquilo que é transitório e perfeita­mente secundário, a vida, até chegar ao verdadeiro objectivo, o céu. Com al­gumas nuances de atingir a glória em vida, sendo o martírio uma delas».
Deste retrato aterrador apenas retiramos o extre­mismo que uma religião, seja ela qual for, pode atingir como objectivo na manipulação da mente hu­mana, chegando ao ponto de sacralizar o assassinato de inocentes como acto de heroísmo.
Estamos realmente num dos cenários mais retró­grados e monstruosos que de possa imaginar e urge encontrar uma defesa à ameaça que essa gente tenta propagar, como se o terror difundido à sua maneira fosse uma ende­mia que pudesse abranger toda a humanidade.
Do outro lado, sentimos que a argumentação de Israel não se justifica, ao pretender que as suas tro­pas agem do modo que se impõe, isto é, sentindo-se ameaçados, atacam a raiz do mal apenas para defen­der a sua sobrevivência. O argumento não colhe, pois o que eles estão a fazer, à parte se apresentarem um pouco, para não dizer substancialmente confor­tados pela selvajaria direc­ta da ISIS («Vejam o que eles fazem, nós apenas nos defendemos»), recai nou­tro tipo de selvajaria, mas essa legalizada e acredita­da por todas as nações do mundo Ocidental.
Ora, tanto de um lado como do outro, instituiu­-se o horror como sendo inevitável e isso não pode ser. Portanto, tanto uns como os outros podem ser considerados crimino­sos de guerra, o que, bem vistas as coisas, pouco ou nada quer dizer na conjun­tura actual de dominação avassaladora das grandes potências mundiais. Elas não mexerão uma palha se esses ditos “crimes contra a Humanidade” lhes trou­xerem bons dividendos.
Mas ao ver aquela selva­jaria, lembrei-me das se­melhanças com o que se passa, em Angola, sob a liderança dos islamistas radicais no seio do MPLA, que também degolam os adversários, por pensa­rem diferente. A lista é enorme, desde Ricardo de Melo, Mfumlumpinga Landu Victor, Cassule, Ka­mulingue e Hilbert Ganga, todos degolados, uns por jacarés, depois das punha­ladas dos sabres, outros pelas escopetas especiais, armas brancas e balas in­cendiárias.

Treme-treme, Luanda treme






Imagem: Semanário Angolense

quarta-feira, 27 de Agosto de 2014

1400 crianças exploradas sexualmente ao longo de 16 anos numa cidade inglesa





Pelo menos 1400 crianças foram submetidas a uma "terrível" exploração sexual, na cidade de Rotherham, Inglaterra, entre 1997 e 2013, segundo um relatório hoje divulgado
Segundo o resultado da investigação as crianças foram violadas por várias pessoas, sequestradas, traficadas para outras cidades de Inglaterra, agredidas e intimidadas. 

http://visao.sapo.pt/

Para a professora Alexis Jay, que assina o relatório, houve falhas coletivas "flagrantes" por parte das autoridades da cidade, que acusa de minimizarem a escala do problema, assim como da Polícia de South Yorkshire, que terá falhado a "priorização" do caso.
Mas o relatório vai mais longe e acusa as autoridades e a polícia de saberem da exploração sexual que ocorria na cidade, sem fazerem nada quanto a isso, por não acreditarem, por desvalorizarem ou por estarem demasiado nervosas para agir, lê-se.
A exploração sexual terá decorrido ao longo de 16 anos, com uma das vítimas a avançar a Alexis Jay que a violação em grupo fazia parte de crescer em Rotherham.
A autora do relatório refere que "é difícil descrever a natureza terrível dos abusos que estas crianças sofreram". Algumas terão sido cobertas de gasolina e depois ameaçadas com fogo, outras terão sido forças a assistir a violações.
Outros relatórios, entre 2002 e 2006, que chegaram às mãos das autoridades, alertavam para a situação na cidade.

Imagem: expressorede.blogspot.com A coisa está feia para os brasileirinhos, se fica em casa é violentada pelo pai ou padastro, se vai a igreja é violentada pelo pastor ou padre...

terça-feira, 26 de Agosto de 2014

(2 golpes na garganta; 4 golpes no abdomém; amarrado as mãos atrás das costas e os tornozelos), deixa perceber que este assassinato foi encomendado.





Salomão morreu faz já 6 dias
Em momento algum se mencionou o móbil do crime como sendo político. Porém, pela forma quão selvática como foi cometido (2 golpes na garganta; 4 golpes no abdomém; amarrado as mãos atrás das costas e os tornozelos), deixa perceber que este assassinato foi encomendado. Por quem, dificilmente se saberá.
Em conformidade com alguns especialistas em criminalística, um crime desta natureza, se em 48 horas não se obter pistas aproximativas, então deixam nulas as possibilidades de se encontrar os autores, salvo se invista meios extraordinários.
Uma coisa é certa: ajuste de contas, crime passional, crime político ou crime ordinário, seja o que for; sinceramente, a violência deixada em marcas na vítima, torna visível a “Raiva” HANNIBALL que se apoderou dos executantes na altura do acto.
Qual a razão se Salomão expedia uma imagem de um solitário inofensivo?!... Será que teremos uma resposta?...
Como têm dito: “Quando a DPIC ou DNIC quer, consegue”.
Felix Miranda. Facebook